quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Escolha o seu ditador favorito


Médio Oriente e Norte de África


Muammar al-Gaddafi, Líbia (desde 1969)
Ali Abdullah Saleh, Iémen (desde 1978)
Ali Khamenei, Irão (desde 1981)
Hosni Mubarak, Egipto (desde 1981)
Bashar al-Assad, Síria (desde 2000)

Monarquia Absoluta:
Bin Said al Said, Omã (desde 1970)
Abdullah Bin Abdul-Aziz, Arábia Saudita (desde 2005)


África Subsariana

Paul Biya, Camarões (desde 1975)
Nguema Mbasogo, Guiné Equatorial (desde 1979)
Robert Mugabe, Zimbábue (desde 1980)
Omar al-Bashir, Sudão (desde 1989)
Idriss Déby, Chade (desde 1990)
Isaias Afewerki, Eritreia (desde 1993)
Ismail Omar Guelleh, Djibuti (desde 1999)
Joseph Kabila, Congo (desde 2001)
Salou Djibo, Níger (desde 2010)

Monarquia absoluta:
Mswati III, Suazilândia (desde 1986)


Extremo Oriente

Than Shwe, Myanmar (desde 1992)
Kim Jong-il, Coreia do Norte (desde 1994)
Choummaly Sayasone, Laos (desde 2006)
Nguyen Phú Trong, Vietname (desde 2011)


Imagem

domingo, 23 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bloqueio onírico

Cheguei à conclusão de que a razão de não conseguir sonhar, ou de pelo menos não me lembrar do conteúdo dos meus sonhos, nada ter a ver com o facto de não ser humano, mas antes com a constatação de que os meus sonhos devem ser tão horríveis e intensos que o meu inconsciente impede a mente consciente de sequer tomar conhecimento deles.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Imagem do Imaginar

Zooey Deschanel, vista aqui

Imaginar começa com uma imagem.
Um lampejar visualizado no cérebro, de algo que é inicialmente projectado nos confins da mente e que pode eventualmente materializar-se.
No momento em que a imagem se torna matéria, aquilo que daí resulta pode ser definido como um doppelgänger, um duplo tangível de uma pessoa. Esse duplo é o resultado de várias emoções negativas e os seus intuitos podem ser moralmente questionáveis.
Não se trata simplesmente de um sósia ou de um look-alike. A própria alma humana é reconfigurada, segundo uma técnica egípcia conhecida por Bilocalização do Ka. Sendo que o Ka, neste caso, é a essência espiritual de uma pessoa, que ressoa numa determinada frequência do corpo físico, diferente do Ba, ou alma propriamente dita, que evoca o indivíduo em si.

É bom saber que o que fizemos foi merecido.