quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Gente Bem

"Depois de entrarem no palácio, os conspiradores procuraram Miguel de Vasconcellos, mas dele nem sinal. E por mais voltas que dessem, não encontravam Miguel de Vasconcellos. Já tinham percorrido os salões, os gabinetes de trabalho, os aposentos do ministro, e nada.
Ora acontece que Miguel de Vasconcellos, quando se apercebeu que não podia fugir, escondeu-se num armário e fechou-se lá dentro, com uma arma. O que finalmente o denunciou foi o tamanho do armário. O fugitivo, ao tentar mudar de posição, remexeu-se lá dentro, o que provocou uma restolhada de papéis. Foi quanto bastou para os conspiradores rebentarem a porta e o crivarem de balas. Depois atiraram-no pela janela fora.
O corpo caiu no meio de uma multidão enfurecida que largou sobre ele todo o seu ódio, cometendo verdadeiras atrocidades, sendo deixado no local da queda para ser lambido pelos cães, símbolo da mais pura profanação.
"
in wikipedia, Miguel de Vasconcelos

ionline: "Então também não entrará de forma hostil na Impresa?"
Nuno Vasconcellos: "Nem na Impresa nem em lado nenhum. Nós somos uma empresa de cariz familiar, com várias gerações, já passámos por grandes dificuldades, duas guerras mundiais, revoluções... e continuamos de cabeça erguida, com transparência e nada a esconder. Tomo como exemplo o que me foi dado no passado, não criar hostilidades. Queremos fazer o nosso caminho sem pisar ninguém, mas a defender os nossos interesses. Só investimos onde somos bem-vindos. Veja o BCP. Comprámos e quando vimos que não éramos bem-vindos, saímos."
ionline: "Não acha que a proposta apresentada à Impresa possa ter sido vista como uma tentativa de golpe de Estado?"
Nuno Vasconcellos: "Por amor de Deus, isso é insultuoso. Somos uma família de negócios que quer criar valor e crescer. Não nos movemos pelo poder, movemo-nos porque queremos criar valor para o accionista. É diferente. Criamos valor onde estamos mas só se formos bem-vindos, se não paciência, amigos como sempre. Agora também temos a liberdade de fazer propostas e expressar opiniões e de não nos deixarmos inibir. Se não foi uma ditadura que nos impediu de fazer negócios, nada nos inibe."
ionline, 10 de Agosto de 2009

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